quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Quando as emoções desencadeiam doenças...


Traumas, perdas, frustrações, estresse, baixa autoestima, submissão. Muitas são as situações que geram emoções fortes que podem desequilibrar o nosso organismo. Uma dor de cabeça frequente não é só uma dor na cabeça, uma fobia não é só o medo excessivo, uma inflamação recorrente não está só naquele ponto em que se manifesta.  Nosso corpo é interligado e tudo precisa estar na mesma sintonia para a saúde plena.


Quando um trauma acontece, seja emocional, toxicológico ou físico, ele provoca uma mudança em nível celular. Podemos superá-lo sem marcas como a situação pode deixar cicatrizes, sinais que vão continuar afetando o organismo sem que tomemos ciência disto. Os sintomas dão o alerta de que algo não está bem. Quando eles se tornam crônicos, como dores e doenças que não curam, fica ainda mais evidente que há um porquê por traz de tudo isso.

O trabalho da microfisioterapia é justamente encontrar esses porquês e, a partir da origem primária de um sintoma, auxiliar o corpo a trabalhar na busca do equilíbrio e da vitalidade. Isso é feito por meio de micropalpações, é por meio delas que o terapeuta encontra pontos onde houve perda do ritmo vital na célula. E é também por meio desses pontos que ele identifica o tipo de trauma ocorrido e, seguindo o princípio da autoregulação, semelhante à acupuntura, busca a autocorreção do organismo.

Cicatrizes patológicas podem prejudicar toda uma vida, é fundamental tratá-las para viver com saúde integral.






sexta-feira, 15 de maio de 2015

Leitura Biológica (Nova Medicina Germânica do Dr Hammer)

A saúde e a felicidade estão diretamente relacionadas com sua mente e com sua capacidade de lidar com suas emoções. Com essa abordagem a Nova Medicina Germânica já tratou mais de 60.000 casos em todo o mundo. Sem medicamentos, sem dependência e trazendo muito mais felicidade para as pessoas. A Nova Medicina Germânica já é aplicada na Europa, Canadá, México e, agora, chega ao Brasil. Essa descoberta faz 30 anos e agora vem revolucionando os tratamentos de todas as doenças, todas.

DESCOBERTA DA ESSÊNCIA DAS DOENÇAS

Falar em descoberta da essência de todas as doenças parece exagero ou mesmo algo holístico ou simbólico, mas a verdade é que o Dr. Ryke Geer Hamer ajudou a curar mais de 60 mil pacientes com o estudo profundo da Embriologia, um ramo da medicina que investiga a origem de todas as células e tecidos do corpo.

"A ciência da embriologia e o nosso conhecimento da evolução humana é o
fundamento da medicina e constituem as duas fontes que revelam a natureza
do câncer e de tudo aquilo que chamamos de doenças.” (Ryke Geerd Hamer)

A partir do estudo do desenvolvimento das células, Dr. Hamer descobriu 5 leis naturais que são inatas e não mudam, não só para os humanos, mas também para todos os animais.

Com base nesse princípio e de acordo com as leis naturais, geralmente as chamadas doenças não são resultados de uma disfunção ou malignidade do organismo. Muito pelo contrário, elas são consideradas um programa de defesa, com um significado criado para ajudar a pessoa durante um período de estresse emocional e psicológico.

Desta forma, diferente de todas as teorias médicas convencionais ou “alternativas”, do passado ou atuais, que se baseiam no conceito de que as doenças são “disfunções” do organismo, segundo o médico alemão e suas comprovações da Nova Medicina Germânica: “Nada na natureza é doentio, serão sempre significados em termos biológicos, ou seja, de origem emocional e psicológica."

Estas leis naturais são chamadas pelos espanhóis de Medicina Sagrada, por estar, segundo eles, em perfeita harmonia com as leis espirituais.

As 5 Leis Biológicas da Nova Medicina Germânica

1ª Lei Biológica – Lei do Choque: Todas as doenças têm origem em um choque traumático e conflituoso, ou seja, num conflito que você não esperava, sendo uma surpresa o ocorrido, porque você não estava preparado.

2ª Lei Biológica – Lei do Ciclo
Toda doença se desenvolve em 2 fases: a fase de estresse e a fase de resolução.
Quando você passa por um choque traumático, seu SNA (sistema nervoso autônomo ) entra em alerta permanente, de estresses atípico e você pode apresentar sintomas como:
Insônia
Falta de apetite
Aumento da frequência cardíaca
Pressão arterial elevada
Pés e mãos frias
Calafrios

3ª Lei Biológica – Lei dos tecidos
Esta lei explica que a tríade cérebro, órgão e psique estão ligadas.
Ela mostra que a localização da “marca” que se apresenta no cérebro e a proliferação dos tecidos não são acidentais, fazem parte de um programa de sobrevivência e defesa de todas as espécies.

4ª Lei Biológica - Lei de Defesa
Esta lei explica o importante papel que os microorganismos têm na fase de cura das doenças.

5ª Lei Biológica – Lei do Tempo
Toda doença faz parte de um programa de defesa do corpo, criado para ajudar você a resolver um conflito biológico.

Cada órgão possui uma função ligada a uma emoção:
A perda de um ente querido, ou uma separação inesperada.
Uma raiva ou aflição inesperada.
O próprio choque por uma notícia de diagnóstico agressivo de alguma doença.

Por exemplo, no caso de uma mulher que sofre de forma inesperada uma separação do marido, isso significa que pode desenvolver um conflito de separação, o qual pode ser de abandono (afetando os rins), de desvalorização (afetando os ossos) ou de perda (afetando os ovários).

Porém, a consequência depende de como a pessoa vivencia essa experiência: aquilo que é experimentado por alguém como desvalorização pode ser vivenciado por outro como abandono.

Portanto, é o sentimento por trás do conflito, é a percepção de cada um que determina a parte do cérebro que irá afetar e os sintomas físicos que se manifestarão como resultado desde choque.

Há 4 tecidos que formam o corpo todo. Estes tecidos possuem funções diferentes como proteção, sustentação, reprodução etc.

De acordo com a região que o choque foi afetado, você pode desenvolver diversos tipos de sintomas, conforme o tecido afetado. Quando você sofre uma perda de um ente querido, pode desenvolver sintomas como gastrite, cólica de vesícula, bronquite, queda de cabelos, alergias, crise de pânico, câncer de mama, câncer de ovário, dentre outras. Isto porque estes sintomas são específicos de medos ligados à perda por separação.

Todas as doenças têm um significado particular.

Algumas doenças e significados biológicos:

Alergia: Conflito de perdas e separações (“Eu não queria me separar dele”).

Rinite: Ameaça por um intruso (“Isso não está me cheirando bem”).

Enxaqueca: Medos de enfrentamento, impotência, medo de não dar conta, medo do que está por vir (“Isso está muito difícil pra mim”).

Artrite: Conflito de desvalorização ao longo da vida (“Ele não me valorizou”; “Eu me sinto feia”).

Gastrite: Raiva indigerível, não ser capaz de digerir algo, raiva com relação a membros da família, uma herança, investimento, pensão, decisão jurídica, etc. (“Isso não me desce”; “Ele me dá raiva e preciso do dinheiro”).

“Podemos agora entender, pela primeira vez, que a natureza tem ordem (isso já sabíamos) e que cada ocorrência na natureza tem um propósito, mesmo no âmbito do todo, e que os eventos que chamávamos de enfermidades não são perturbações sem sentido, que devam ser consertadas por aprendizes de feiticeiros. Podemos ver que nada é destituído de sentido, nada é maligno nem enfermo” (Dr. Hammer).


Fonte: http://noticias.r7.com/dino/saude/a-nova-medicina-germanica-revela-suas-5-leis-biologicas-para-garantir-uma-vida-mais-saudavel-e-feliz-14052015

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Postura e emoção: uma via de mão dupla

Você deve ter notado que seu humor pode afetar sua postura. Por exemplo, se você está se sentindo deprimido, derrotado ou submisso, você pode afundar. Se você está se sentindo orgulhoso, confiante ou dominante, seu peito pode se encher e você ficar mais alto. Então deveria ser óbvio que o seu estado emocional irá se refletir na sua posição corporal. Mas esta relação trabalha na direção oposta também? Em outras palavras, é possível que seu corpo ou postura possa afetar suas emoções e pensamentos? A resposta, baseada em algumas pesquisas recentes, parece se um sim ambíguo. Aqui estão alguns estudos recentes que mostram que a linguagem corporal e emoção em uma via de mão dupla.
Um estudo tinham indivíduos em um jogo de apostas enquanto sentados em duas diferentes posturas. Uma era uma posição aberta, expansiva com os membros ocupando um grande espaço, enquanto a outra era fechada, constrita com os membros para dentro e tocando o corpo.
Os indivíduos com a postura expansiva estavam mais propensos a se arriscar em apostas de 2 dólares em 50 a cada 50 apostas feitas, e expressavam uma maior sensação de poder e controle enquanto rolavam os dados. Além, o grupo expansivo tinha maiores níveis de testosterona e menores níveis de cortisol durante a competição. Terei que lembrar isso da próxima vez que eu for a lãs Vegas e tentar invocar a força hormonal para fazer uma aposta de dois dólares.
Em outro estudo, estudantes novamente foram divididos em grupos sentando em posições expansivas e constritas. Após participar de várias tarefas onde eram tanto um gerente quanto um subordinado, e respondendo vaias perguntas, os estudantes do grupo expansivo foram considerados mais confiantes e poderosos.
Estes estudos têm algumas implicações interessantes. Primeiro, se o humor pode ser afetado pela linguagem corporal, então talvez perder parte da habilidade de movimento por desuso ou negligencia irá causar uma perda correspondente de flexibilidade emocional ou resiliência. De fato, existem alguns estudos interessantes que mostram que as injeções de botox paralisando certos músculos faciais irão resultar em uma capacidade diminuída de sentir emoções expressadas pela contração destes músculos.
Outra informação destes estudos é que alterando seu movimento ou postura é uma boa forma de modificar suas emoções. É geralmente óbvio para as pessoas que mudar os pensamentos pode ser uma boa forma de alterar o humor. Por exemplo, pessoas devem tentar combater a tristeza ou depressão tendo “pensamentos positivos”. Outra abordagem possível seria “realizar movimentos felizes”. Nesta lógica, sorrir faz você mais feliz. Estufar o peito pode deixar você mais confiante. Exercícios pode fazer você se sentir mais capaz, vivo e saudável. Talvez possa até convencer seu cérebro que as coisas não estão tão ruins no seu corpo, e que menos dor é necessário. Como minha esposa psicoterapeuta poderia dizer: às vezes o melhor plano é “finja até que consiga”

Texto: Todd Hargrove
Tradução: Lisandro Antonio Ceci

quarta-feira, 18 de março de 2015

Não vemos as coisas como elas são, mas como somos

"Toda a construção, em todos os aspectos de nossa vida, derivam exclusivamente da forma como percebemos a realidade..."

De fato não vemos as coisas como elas são, mas como nós somos. Mudar de mundo, verdadeiramente, é mudar de olhar. Tudo que estabelecemos como nosso foco de atenção é também o que percebemos, encontramos, realizamos e vivemos. Definir o foco, portanto, é a forma de organizar a trajetória da vida, entendendo que cada escolha pressupõe um caminho que contém determinados resultados.
Quando nossos resultados de vida não estão satisfatórios ou não são os mais felizes, isso significa que é tempo de rever nosso foco, nossa decisões sobre onde colocar nossa atenção, energia e interesse.

Toda a construção, em todos os aspectos de nossa vida, derivam exclusivamente da forma como percebemos a realidade. O que ocorre talvez não possa ser escolhido ou evitado, contudo a forma como lidamos com os eventos depende exclusivamente de nossa capacidade de perceber, transmutar e definir. Assim, nosso foco define a qualidade e o valor de cada experiência.




Sete questões essenciais para ajustar o foco à vida

Tendo isso em conta, podemos ajustar a vida, ao ajustar nosso foco. Assim, vale a pena refletir sobre alguns aspectos para realizar mudanças positivas:

1) Quais são os meus resultados?
Esta é uma pergunta pragmática. Não importa aqui as razões, desculpas ou justificativas. O que vale mesmo são os resultados concretos e mensuráveis e é a partir desse diagnóstico que se pode perceber a necessidade de promover mudanças e ajustar o foco.
2) Que resultados desejo?
Definir o que queremos, levando em conta as condições, valores e esforços necessários, é um primeiro movimento para redefinir o foco e ajustar nossa trajetória.
3) O que me impede de conseguir o que quero?
Ter clareza das limitações sejam elas pessoais como medo, incapacidade, desconhecimento ou oportunidades; sejam elas condicionais, como tempo, recursos ou pessoas, é uma parte importante do diagnóstico e permite que um novo e aprimorado plano de ação possa ser estabelecido.
4) O que possuo para realizar meus propósitos?
Um inventário de habilidades, capacidades, recursos disponíveis, contatos, oportunidades identificadas e conhecimentos, permitem que a equação tenha uma soma positiva e que sejamos inspirados à ação.
5) Quais minhas motivações?
Conhecer o que nos move a buscar determinado resultado e quais os esforços que estaríamos dispostos a fazer para realizar os propósitos são a base onde fundamentamos nossa ação e persistimos em nossos objetivos, independente dos desafios.
6) Quais meus temores?
O autoconhecimento é a melhor e mais eficaz forma de desenvolver um projeto de vida sustentável, íntegro e pleno. Conhecer nossos medos, receios, ansiedades e angústias é uma maneira de identificar os obstáculos internos para poder superá-los.
7) O que estou fazendo para alcançar meus propósitos?
Somente a ação pode nos levar a resultados, desta forma é fundamental identificar como estamos agindo em prol de nossos objetivos e ter a clareza de que toda ação equivale a uma reação proporcional e contrária, que serão os resultados almejados. Assim, se desejamos que a flor floresça precisamos enterrar a semente.
Estes são os aspectos mais essenciais para o ajuste preciso de nosso foco de vida, carreira, relacionamento, saúde, ou qualquer que seja a área que queiramos trabalhar e desenvolver. Nada muda se não mudarmos, este é o convite para afinarmos nosso instrumento de navegação e trilharmos os caminhos primorosos da vida. Reflita sobre isso!








segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Intestino nosso segundo cérebro


O intestino durante muitos anos só era lembrado quando as pessoas comiam algo que não lhes fazia bem, atualmente a situação é bem diferente, depois de reconhecido como um "órgão inteligente"por sua capacidade de selecionar entre o que comemos o que nos é útil ou não, foi recentemente proclamado "segundo cérebeo"por ser o único órgão humano capaz de executar funções independentemente do sistema nervoso central.

A sabedoria oriental já chamavam de "cérebro visceral"o chacra solar, e segundo eles, esse chacra comanda as emoções.
Fenômenos como o aumento assustador de casos de alergias, diabetes e dos males que mais matam no mundo como câncer e doenças coronarianas, também podem ser explicados como perturbações na dinâmica das enzimas, hormônios e neurotransmissores que atuam no sistema gastrointestinal.
  •  8o% do nosso potencial de imunidade se concentra na mucosa do intestino;
  • 60% do total de imunoglobulinas (IgAs, IgEs, IgG) do nosso corpo;, que protegem nosso organismo;
  • É um grande produtor do hormônio do crescimento;
  • A acetilcolina neurotransmissor presente no cérebro e de grande importância para memória, é secretada em grande quantidade nos nervos que recobrem o intestino;
  • A serotonina, sua produção está intimamente relacionada a digestão e absorção, quando o intestino absorve alguns minerais em especial o zinco, garante a síntese de substâncias precursoras da serotonina.

A serotonina que age no cérebro é uma grande responsável pelo humor, casos de depressão estão relacionados a quedas das taxas de serotonina.
O uso de pilula anticoncepcional pode facilitar a permeabilidade intestinal, provocando a perda de vitamina B6, também envolvida na formação de serotonina, e com isso contribuir para que as mulheres apresentem mais depressão, que por sua vez aumenta a necessidade de ingestão de carboidratos e facilita as alterações intestinais, iniciando um ciclo ligando depressão, obesidade, permeabilidade e disbiose intestinal na mulher.







quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Terapia craniossacral em crianças

Dr. John Upledger, criador da terapia craniossacral
Existem muitas modalidades de terapias alternativas naturais que podem diminuir e eliminar a necessidade de medicamentos, cirurgias e tratamentos radicais em diversos casos.
A Terapia Craniossacral é uma terapia manual usada para o restabelecimento da saúde em todas as idades, em condições agudas e crônicas. É um tratamento extremamente seguro e não invasivo, muito eficaz e adequado para bebês e crianças. Ela é feita através de toques bem suaves fazendo com que o corpo relaxe a níveis bem profundos.
Certamente, ajudando os bebês e crianças a resolverem padrões de estresse, desconforto e desequilíbrios o mais cedo possível.
São muitas as indicações para esse trabalho: traumas intra-uterinos e de nascimento, cólicas em recém-nascidos, irritabilidade, constipação intestinal, sono inquieto, problemas de aprendizagem na fase escolar, entre outros sintomas.
Mesmo o recém-nascido, o bebê ou criança que não apresenta nenhum sintoma pode beneficiar-se com o tratamento, pois vai obter um fortalecimento do Sistema Imunológico e do Sistema Nervoso, um benefício para toda a vida.

O tratamento restabelece o equilíbrio no sistema craniossacral, restaurando a saúde e o funcionamento apropriado das partes afetadas, de maneira suave e prazerosa, acalmando e confortando.


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Como é realizada a sessão de microfisioterapia?


Após a Avaliação e Anamnese (conversa a respeito de queixas e disfunções do paciente), o fisioterapeuta pede ao paciente para se deitar na maca. Não é necessário se despir para realizar o tratamento, dando preferência para roupas mais leves.

Então, guiado por “mapas” desenvolvidos pelos criadores da microfisioterapia, o fisioterapeuta através de toques leves com as mãos procura restrições a serem liberadas em lugares específicos.

Assim, quando a restrição aparece entre as mãos do fisioterapeuta, ele a estimula com gestos, para que o organismo reconheça as cicatrizes geradas por memórias antigas e inicie o processo de reparação.

Como o corpo foi estimulado a eliminar os agentes agressores, poderão surgir reações físicas e/ou emocionais, muitas vezes sutis, que devem desaparecer em dias ou semanas. A duração de cada sessão pode variar de 50 a 90 minutos.

É preciso um tempo para o corpo se autocorrigir, assim, o intervalo entre as sessões deve ser aproximadamente de 30 a 60 dias. É indicada a ingestão de muita água após a sessão para auxiliar no tratamento.  Depois desse intervalo, o paciente passa por nova avaliação, e se necessário, é submetido a outras sessões, se o terapeuta achar necessário ou se o paciente ainda apresentar queixas. Para um sintoma 3 à 4 sessões são suficientes.

Após esse tratamento o paciente pode efetuar uma sessão por ano, a título preventivo.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O verdadeiro perdão consiste em se libertar da dor


Você nunca estará livre da amargura enquanto continuar a ter pensamentos de rancor. Como poderá ser feliz se continuar a escolher guardar raiva e ressentimento? Pensamentos amargos não criam alegria. Não importa o quanto você possa achar que tem razões para a mágoa, não importa o dano que os outros lhe causaram. Se Você insistir em ficar preso ao passado, nunca será livre. Perdoar a si mesmo e aos outros libertará Você da prisão do passado. Se Você se sente preso a uma determinada situação, ou se suas afirmações não estão funcionando, geralmente isso significa que ainda há trabalho a ser feito em relação ao perdão. Quando Você não flui de modo livre com a vida, normalmente é porque está aprisionado a um acontecimento passado. Pode ser arrependimento, tristeza, mágoa, medo, culpa, acusação, raiva, ressentimento, ou às vezes até desejo de vingança. Cada um desses estados de espírito resulta da ausência de perdão, da recusa em desapegar-se do que passou e viver plenamente o momento presente. Desta forma, Você compromete seu futuro, pois ele só pode ser criado no agora.
Se Você permanece ligado ao passado, não consegue usufruir o presente. É somente nele que os pensamentos e palavras têm poder. Se o presente está contaminado pelas mágoas antigas, você estará criando seu futuro a partir do lixo do passado.
Quando você acusa outra pessoa, abre mão do seu próprio poder, pois está deslocando a responsabilidade para o outro.
As pessoas que fazem parte da sua vida podem se comportar de maneira que provoquem reações incômodas em você. No entanto, se elas passam a ocupar sua mente, é você quem as deixa permanecer lá, produzindo sofrimento e drenando sua energia. Assumir a responsabilidade pelos próprios sentimentos e reações equivale a assumir as rédeas da sua vida. Esta é uma escolha que você faz a cada momento: dominar o processo e dar à sua vida a direção que você deseja ou simplesmente reagir aos acontecimentos externos.
A maioria das pessoas não entende direito o que é o perdão nem sabe que existe diferença entre perdão e aceitação.
Perdoar alguém não significa justificar o seu comportamento! O ato de perdoar se dá na sua mente. Não tem absolutamente nada a ver com a outra pessoa. O verdadeiro perdão consiste em se libertar da dor. É apenas um ato de libertação da energia negativa à qual você escolheu ficar ligado.
E também o perdão não significa permitir que comportamentos e ações dos outros que causam sofrimento continuem a ocorrer. Às vezes o perdão significa desapegar-se, você perdoa a pessoa e a libera. Assumir uma posição de recusa à agressão alheia e estabelecer limites saudáveis é geralmente a atitude mais amorosa que você pode ter, não apenas em relação a si mesmo como também ao outro.
Sejam quais forem suas razões para ter sentimentos de amargura e rancor, você pode superá-los. Você tem essa escolha. Pode escolher permanecer prisioneiro e ressentido, ou pode fazer um favor a si mesmo perdoando o que aconteceu no passado, desapegando-se, e passando a criar uma vida de alegria e realizações. Você tem a liberdade de fazer da sua vida o que quiser, porque tem a liberdade de escolha.
 Louise Hay

terça-feira, 17 de junho de 2014

O que acontece quando nossas emoções ficam guardadas no corpo

Nunca é tarde demais para prestar atenção nas emoções não expressadas que arquivamos no corpo, que se manifestam através de dores, desconforto e tensões.
Quando olhamos para a linguagem que usamos para falar das nossas reações emocionais, normalmente existe uma sensação física associada a elas: um caroço na garganta, borboletas no estômago, falta de ar, o peso do mundo nos ombros. Isso não é mera coincidência. Essas reações viscerais são mensagens do nosso corpo.
Chamamos de "conexão entre mente e corpo". Essas reações são associadas com o uso da mente - através de pensamentos positivos - para ajudar a melhorar o estado geral do corpo, sua imunidade e provocar sensação de bem estar. Embora usar a mente para atingir o corpo seja extremamente útil e preciso, não podemos ignorar que nosso corpo pode também ser uma forma de acessar e tratar nossas emoções mais escondidas.
A maioria de nós pode se lembrar de um tempo quando expressar uma emoção era desencorajado pelos adultos que nos cercavam. Pais ainda dizem para as crianças que "sejam valentes", ou "engulam o choro". Ou ainda diminuem suas sensações de dor com o clássico "não foi nada". Nossos corpos simplesmente gravam aquilo que acontece com nossas emoções - mesmo que tenhamos sido convencidos intelectualmente a lidar com elas, ou a ignorá-las. O impacto físico e emocional de dores e sentimentos não expressados é algo que perdura. Fica marcado.
Abaixo há uma ilustração de padrões típicos de emoções guardadas no corpo, reconhecidas pelas entidades de trabalhos corporais. Cada pessoa desenvolve também seus padrões individuais, mas esses são alguns dos padrões mais comuns:



Nossos corpos sabem das coisas que nossas mentes gostariam de se livrar. Das coisas que estão esquecidas em algum nível de consciência, estão sempre presentes concretamente no corpo. A boa notícia é que nunca é tarde para acessar esses assuntos, e que os resultados de um olhar para o corpo, podem afetar tanto o plano físico como o mental e emocional.

Alguns passos que você pode dar para liberar emoções mal resolvidas:
1) Encontre uma atividade física diária que você goste. Perceba, não se trata de "faça exercício". Cuidar do corpo é importante, mas a intenção aqui é ser feliz, através do olhar para o corpo. Portanto tem que ser alguma atividade que amamos fazer. É interessante também que seja algo que acalme um pouco a mente. Muitas pessoas encontram na ioga, nas corridas e outras atividades do gênero esse componente meditativo. Pode ser simplesmente uma caminhada silenciosa de dez minutos, onde você pode prestar atenção na sua respiração e outras sensações corporais.

2) Receber algum trabalho corporal com frequência. Massagens terapêuticas são uma das formas mais efetivas de se liberar emoções guardadas. Quando alguém trabalha nos nódulos do pescoço, onde guardamos estresse e raiva por tanto tempo, as emoções começam a vir à tona. É comum ver clientes chorando nas mesas dos massagistas. É importante somente lembrar que os profissionais de terapias corporais não são psicoterapeutas, portanto são tidos como agentes auxiliares para liberar as emoções e iniciar o processo de cura, individual de cada um, que pode necessitar em outro momento de ajuda de outros profissionais.

3) Fazer do toque parte integrante de nossos relacionamentos primários. Isso soa simples, óbvio até. Mas infelizmente podemos nos deixar levar pela cultura do "não-me-toque". Menos e menos das nossas interações diárias envolvem o toque. Na medida que apoiamos nossas estratégias de comunicação nas mídias sociais e demais tecnologias, nossos relacionamentos tem menos contato corpo a corpo do que precisamos. Encoste nas pessoas, nos braços ou ombros, quando fala com elas. Cumprimente os amigos com um abraço. Vá jogar basquete com os amigos, ao invés de assistir na TV. Quando começarmos a compreender que não somos mentes presas dentro de um corpo, e sim mente e corpo atuando em perfeita harmonia, podemos começar a curar velhas feridas de uma forma mais profunda e duradora.


quinta-feira, 15 de maio de 2014

Como problemas emocionais se transformam em doenças?


A ideia de que fenômenos emocionais levam a alterações físicas é antiga. Em 1628, o anatomista inglês William Harvey (1578-1657) observou que todo mal-estar sentido na mente era direcionado para o coração. Hoje se sabe que o inconsciente interpreta e responde ao que chega ao cérebro por meio das terminações nervosas do corpo. É o que acontece quando levamos um susto, por exemplo.
Contra uma possível ameaça, o cérebro dispara reações para enfrentá-la ou fugir dela. “O coração acelera os batimentos para redistribuir o sangue para os músculos correrem ou lutarem e para o cérebro processar com rapidez toda essa situação. É por isso também que, para oxigená-los, a respiração fica mais rápida. É o chamado estresse, que envolve o sistema nervoso, hormonal e imunológico”, explica Artur Zular, presidente do Comitê Multidisciplinar de Medicina Psicossomática da Associação Paulista de Medicina.
Sem a fonte estressora, o corpo volta ao normal. Mas em caso de estresse permanente as coisas se complicam: os órgãos podem se esgotar, adoecer e o sistema imunológico tem sua ação inibida, facilitando o aparecimento de asma, alergias, gastrite, infecções e problemas cardíacos.

Fontes: Artur Zular, Presidente do Comitê Multidisciplinar de Medicina Psicossomática da Associação Paulista de Medicina; Ricardo Monezi, pesquisador do Instituto de Medicina Comportamental da Unifesp; e Sérgio Hércules, vice-presidente da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática. Revista Galileu

terça-feira, 1 de abril de 2014

Corpo em equilíbrio

De acordo com a organização mundial de saúde, saúde é o estado completo de bem estar físico, mental e social e não simplesmente ausência de doença. Com os grandes avanços na ciência médica, ficou mais que provado, se a mente vai bem, a tendência é que o corpo também esteja bem, por conseguinte, um corpo sadio será morada para uma mente sadia.
E o que é preciso para mudar e transformar algumas atitudes em comportamentos saudáveis? Falarei 10 dicas que considero serem importantes para atingir uma saúde integral adquirindo equilíbrio com o seu corpo, mente e ambiente. São pequenas ações que você pode modificar no seu dia a dia e compartilhar com sua família.

1º Alimentação – Não é tanto a quantidade que é importante, mas a qualidade dos alimentos e sua utilização com equilíbrio. Nosso organismo necessita receber de modo bem distribuído, dosagem correta de proteínas, vitaminas, carboidratos, gorduras e sais minerais. Nada melhor com as dicas e orientações de um profissional especializado como um nutricionista.

2º Exercício Físico – Muitos problemas de saúde surgem como consequência do sedentarismo. A atividade física não apenas beneficia o sistema músculo esquelético, mas também o sistema cardiovascular, respiratório, circulatório, endócrino, sistema imunológico e ampliam o prazer da vida.

3º Sono adequado – Dormir bem talvez seja o fator mais importante para se ter saúde. Enquanto dormimos nosso corpo se recupera de todos os desgastes do dia, para recuperar energia para uma nova jornada no dia seguinte.
Durma o número de horas de que o seu corpo precisa. Se o seu relógio biológico exige seis ou oito horas, você saberá disso melhor do que ninguém. Respeite o seu ritmo para ter um rendimento melhor.
Não veja televisão ou faça uso do computador antes de ir dormir, isso altera o período REM do sono.

4º Hidratação – Sempre tenha uma garrafinha de água perto de você, beba pelo menos 2 litros por dia. No início parecerá difícil, mas você irá acabar se acostumando. Com certeza seu corpo sente necessidade dessa ingestão diária de líquidos.

5º Ambiente – No nosso dia-a-dia ingerimos toxinas constantemente, através de medicamentos, estresse, dietas impróprias, bebidas alcólicas, fumaça de cigarro, poluição, agrotóxicos dos alimentos, entre outras maneiras. Ambiente saúdavel proporciona bem estar, o que torna a utilização do principio de precaução especialmente útil. E para quem mora em grandes centros, procure de vez em quando lugares com o ar puro, junto à natureza, nas florestas, ou cidades no interior.

6º Higiene Pessoal – Deve-se dar toda atenção ao cuidado externo do corpo, tanto no que diz respeito à aparência quanto à saúde. O vestuário deve ser sempre limpo e confortável, o banho diário é indispensável, bem como a higiene bucal.

7º Postura – Parte de nossas dores de coluna, ombros e pescoço são apenas o resultado de uma má postura cultivada durante todo o dia. O nosso bem estar corporal reflete diretamente em nossa saúde. Mude seus hábitos posturais, comece a corrigir sua postura assim que perceber que está na posição errada.

8º Saia da rotina – Separe um tempo para fazer o que gosta. Ninguém vive somente de trabalho. É essencial fazer o que nos dá prazer, pois essas tarefas se tornarão motivo de alegria na sua rotina ao invés de um compromisso.
Não perca a oportunidade de sair da rotina, sua mente, assim como o seu corpo, precisa relaxar e desconectar do stress.

9º Vida social – Muitas pessoas por falta de tempo ou de vontade se permitem estagnar, não fazendo mais nada a não ser trabalhar e ir para a casa. Com esse tipo de atitude elas perdem algo fundamental para seu bem estar, que é a vida social. Todo mundo precisa parar um pouco e sair, bater um papo com os amigos e a família, ingressar em um curso, ou fazer qualquer coisa que possa envolver pessoas que você gosta.

10º Espiritualidade – Na vida moderna há muitas tensões e preocupações, muitas angústias e falta de paz. As preocupações desnecessárias envenenam a mente e enfraquecem o corpo. Para Dalai Lama espiritualidade está relacionada com aquelas qualidades do espirito humano – tais como amor e compaixão, paciência e tolerância, capacidade de perdoar, contentamento, noção de responsabilidade, noção de harmonia – que trazem felicidade tanto para a própria pessoa quanto para os outros.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Nosso sangue não pode ser ácido

Quando falamos de saúde física – prevenção, manutenção e revitalização -, equilíbrio emocional e inteligência plural, única proposta verdadeira para desfrutarmos ao máximo a nossa condição humana, é necessário que tenhamos consciência de que, verdadeiramente, tudo isso depende essencialmente da qualidade de vida de nossas células que, por sua vez, depende do equilíbrio ácido-base dos líquidos que se encontram dentro e fora delas. 
Para compreender melhor o funcionamento de nosso corpo, vamos refletir um pouco sobre o seguinte: todo elemento na natureza reage de forma ácida ou alcalina e esta propriedade pode ser medida em uma escala chamada pH (potencial hidrogênio iônico). Seus valores vão de 0 a 14, onde:

pH = zero, indica o máximo de acidez;
pH = 7,00, indica a neutralidade;
pH = 14, significa o máximo de alcalinidade.

Nossos líquidos corporais – linfa, sangue e líquido crânio-sacral - representam cerca de 65% da massa total de um corpo adulto, e o sangue, pelas suas funções de grande transportador, mediador, solvente, provedor e agente de ligação entre os órgãos e tecidos, é o mais importante. A faixa ideal de pH do sangue humano está entre 7,36 a 7,42; portanto, levemente alcalino.
Em síntese, a qualidade de vida de uma célula está diretamente relacionada ao pH do sangue que a irriga continuamente.
Qualquer diminuição no pH do sangue, que é a situação mais comum em nossa sociedade, irá refletir-se na desvitalização das células, ou seja, células com vida mais curta e, necessariamente, envelhecidas, levando os desequilíbrios emocionais e as doenças.
A causa mais típica desta situação metabólica é a ingestão freqüente de alimentos que acidificam rapidamente o sangue: açúcar branco, farinha branca, carnes (principalmente a vermelha e a de suínos), frituras, alimentos "aditivados" pelo progresso industrial, alimentos instantâneos, congelados ou excessivamente cozidos, bebidas gasosas, etc.
Entre os sintomas que identificam pH ácido estão a acne, agitação, dores musculares, enjoo, baixa de energia, dor nas articulações, alergias alimentares, hiperatividade, ataques de pânico, cólicas menstruais, falta de desejo sexual, diarreia, constipação, urina muito quente ou com odor muito forte, dores de cabeça,língua esbranquiçada, dificuldade para levantar-se de manhã, esgotamento, congestão.

Que alimentos e atitudes alcalinizam o sangue?
As frutas frescas, os legumes e as hortaliças (principalmente os orgânicos) quando ingeridos crus – por seu elevado teor de sais minerais, vitalidade, água e fibras - são exatamente os alimentos mais alcalinizantes à nossa disposição.
O limão tem o potencial de alcalinizar o sangue humano, que acontece imediatamente após sua ingestão. Interessante que ele apresenta um sabor ácido, mas não se engane, ele mal alcança o estômago e já está afetando os líquidos corporais, combinando-se com os minerais alcalinizantes.
O ácido cítrico do limão, transformado no organismo em citrato de sódio (sal alcalino), carbonatos e bicarbonatos alcalinos, causa imediata alcalinização do meio humoral, neutralizando ou amenizando estados indesejados de acidez.
E mais, estes sais alcalinos são considerados os melhores remédios contra o excesso da viscosidade sangüínea, oferecendo prevenção contra acidentes cardiovasculares. 
Água Alcalina tem o potencial para apoiar os esforços do corpo para permanecer alcalino e restabelecer a homeostase sem a necessidade de drogas, suplementos ou dietas especiais.
Semelhantes aos minerais, as emoções, os sentimentos, a agitação mental e física também têm potencial para alcalinizar ou acidificar partes do organismo em questão de frações de segundos.
Assim, o estresse tende a acidificar o sangue, e a acidez do sangue é um fator negativo, porque provoca mais estresse. Pronto! Instalou-se um círculo vicioso negativo: estresse gera mais estresse.
Um organismo acidificado tende a manifestar sentimentos, emoções e reações "ácidas". A raiva, inveja, ansiedade, ciúme, excesso de julgamentos e críticas, exercícios físicos obsessivos, competições, calor em excesso, desidratação, etc. também induzem à acidificação do organismo em questão de segundos.
Ao contrário, é comum ao organismo devidamente alcalinizado compartilhar freqüências, sentimentos e emoções prazerosos. Afetuosidade, compaixão e compreensão são estados típicos de um corpo em harmonia metabólica, sereno e pacífico. Assim, o estado meditativo ou de oração, a vivência do amor, bom humor, do belo, do positivismo, da verdade e do prazer de estar vivo podem ser considerados "alimentos" de grande potencial alcalinizante. Estas emoções, por sua vez, alcalinizam o sangue. Pronto! Instalou-se um círculo vicioso positivo.


terça-feira, 16 de abril de 2013

Coerência cardíaca


A função do coração é muito mais abrangente do que apenas bombear o sangue dentro do sistema humano, as pesquisas do Institute of HeartMath mostraram que um dos fatores mais poderosos que afetam o ritmo do nosso coração são os nossos sentimentos e as nossas emoções.
As mais recentes descobertas da Neurociência, sobre o funcionamento cerebral, tem revelado uma conexão fisiológica entre o cérebro emocional e o coração. O coração envia mais sinais para o cérebro do que o cérebro envia ao coração! Esses sinais cardíacos tem um efeito significativo sobre a função cerebral, influenciando o processamento emocional, bem como as faculdades cognitivas como atenção, percepção, memória e resolução de problemas.
As emoções negativas, como raiva, tristeza, ansiedade e as preocupações cotidianas, diminuem muito a variabilidade cardíaca e espalham o caos na fisiologia do nosso organismo. Quando passamos por momentos de stress em nosso dia-a-dia, estes sentimentos negativos causam esgotamento de nossa energia vital. Isso limita nossa capacidade de pensar com clareza, lembrar, aprender, raciocinar e tomar decisões eficazes (isso ajuda a explicar por que muitas vezes agimos impulsivamente e imprudentemente quando estamos sob stress).
O contrário ocorre com as emoções positivas, como alegria, paz, gratidão, compaixão e, especialmente, o amor, uma vez que estes sentimentos tendem a promover uma coerência maior nas ondas da freqüência cardíaca. Isto significa que a aprendizagem para aumentar a coerência do ritmo cardíaco, sustentando emoções positivas, não só beneficia todo o corpo, mas também afeta profundamente o modo como percebemos, pensamos, sentimos e executamos.
Para que possamos gerenciar o stress diário, precisamos estabilizar as funções cardíacas e estabelecer uma coerência. Neste estado podemos perceber que as nossas ideias fluem com naturalidade e sem esforço, encontramos com facilidade as palavras para exprimir nossos pensamentos e podemos, em situações difíceis, ter uma reação natural e equilibrada.
Outra distinção importante envolve a compreensão do papel da respiração na geração de coerência Cardíaca. Porque ao modular os padrões de respiração, é possível gerar um ritmo cardíaco coerente simplesmente ao respirar lenta e regularmente. Uma vez que os indivíduos se acostumam com geração da coerência através da respiração rítmica e se familiarizam com a forma como se sentem neste estado, eles podem, então, começar a praticar a respiração com um sentimento positivo através da área do coração. Com o treinamento diário será fácil induzir a coerência e rápido a capacidade de dialogar ao coração.

Convido você a vivenciar a coerência cárdica reservando uns minutos do seu dia!
Com uma sugestão prática orientada pelo médico *David Servan-Schreiber de como começar a incorporá-la no seu dia a dia:

Primeiro estágio: voltar a sua atenção para o interior. Antes de tudo você deve pôr de lado suas preocupações, por alguns minutos. Você tem que estar disposto a se manter à margem dessas preocupações para poder dar ao seu coração e ao seu cérebro um tempo para que possam recuperar o equilíbrio e a intimidade.
A melhor maneira de fazer isso é começar inspirando, profundamente, duas vezes. Sua atenção deve permanecer focalizada na respiração até que tenha terminado de exalar, e, então, você deve ficar sem respirar alguns segundos antes de inspirar novamente. A questão é deixar sua mente se mover com a expiração até que ela se torne leve e suave dentro do peito.

Segundo estágio: Para maximizar a coerência cardíaca, é melhor centrar sua atenção na região do coração durante dez a quinze segundos depois que a respiração se estabiliza. Imagine que você está respirando através do coração. Enquanto continua respirando lenta e profundamente (mas sem esforço), visualize – e realmente sinta – cada inspiração e cada expiração passando por essa parte-chave de seu corpo. Imagine que cada tomada de oxigênio nutre seu corpo e cada expiração o livra dos resíduos de que ele não mais precisa. Imagine o movimento lento e dócil da inspiração e da expiração, que banham o corpo com esse ar purificador e calmante. Imagine que elas estão ajudando seu corpo a usufruir da dávida da atenção e da pausa que ele está recebendo de você.

Terceiro estágio: Tome consciência da sensação de calor e expansão que está se desenvolvendo no seu peito. Neste momento busque recordar uma emoção positiva, sinta gratidão por estar silenciando sua mente, entrando em sintonia, coerência e serenidade com teu coração e teu cérebro.
Pode ser qualquer sentimento de amor, que seja por outro ser humano, um objeto, ou mesmo pela ideia de um universo benevolente. Para muitos é suficiente pensar no rosto de uma criança amada ou em um animal de estimação. Para outros, uma paisagem de paz na natureza traz a sensação de gratidão interna. Para você, talvez a gratidão interna surja da memória de uma proeza física – a alegria desmedida de um gol, aquela cesta de três pontos ou aquele saque indefensável. Durante esse exercício, as pessoas às vezes notam um sorriso manso surgir nos lábios, como se ele tivesse se espalhado a partir de uma luz dentro do peito. Esse é um simples sinal de que a coerência foi estabelecida.

*Fonte Livro: CURAR – O Stress, a ansiedade e a depressão sem o uso de medicamento nem psicanálise.

terça-feira, 26 de março de 2013

Por que podemos apresentar reações após uma sessão de microfisioterapia?

O objetivo da consulta da microfisioterapia é encontrar cicatrizes patogênicas de desordens importantes que vivenciamos que não puderam ser curadas quando nosso corpo não estava preparado para resolver esses conflitos. Essas cicatrizes são despertadas pelo terapeuta e reapresentadas ao organismo.

Após a consulta, o organismo começa a excluir essas memórias iniciando um mecanismo de eliminação. Como resposta, ocorre um ajustamento do corpo para a regulação do sistema nervoso autônomo que controla as funções involuntárias de diversos órgãos.

Muitas vezes, o paciente se sentirá cansado durante as primeiras 48 horas. Durante esses dois dias, poderão surgir reações físicas e/ou emocionais ligadas às cicatrizes patogênicas liberadas, podendo voltar à superfície, que devem desaparecer em dias ou semanas. Os pacientes são aconselhados a se hidratarem bem,  não realizarem esforços inúteis e evitar o minimo de interferência medicamentosa, a fim de facilitar o trabalho do sistema imunológico nesse período de eliminação.

Vale lembrar que os sintomas podem ser manifestados em algumas pessoas e em outras não.

A resolução desses conflitos vem com um grande sentimento de alívio!



"É parte da cura o desejo de ser curado." (Sêneca)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Seja bem vindo!

O objetivo desse blog é trazer informações de saúde, bem estar e equilíbrio.

E para começar irei falar um pouco da Microfisioterapia.



Técnica de terapia manual desenvolvida na França há 30 anos por Daniel Grosjean e Patrice Benini com embasamento teórico em estudos da embriologia, filogênese e ontogênese. É um tratamento eficiente para identificar a causa primária de uma doença ou sintoma e promover equilíbrio e manutenção da saúde.

A microfisioterapia começou a ser difundida em 2005 no Brasil, totalizando mais de 600 microfisioterapeutas formados no País. Muitas pessoas se beneficiaram com a técnica, felicidade tanto para terapeutas e pacientes, visível transformação de percepção, conceitos e crenças.

Tratamento que consiste em localizar pelo corpo do paciente memórias vividas tanto física e emocionalmente em que o organismo não conseguiu eliminar. Oferecendo uma oportunidade para o corpo de auto cura, reconhecendo o agressor e iniciando o processo de eliminação e cicatrização.

Indicada para distúrbios do sono, dores de cabeça, alergias, alterações no funcionamento dos órgãos, traumas emocionais, dores físicas, agressividade, ansiedade, prevenção de doenças, entre outros.


Veja esse vídeo explicativo!